Coisas de loucos

Isso é COISA DE LOUCO


Tinha três loucos que subiram na torre pra defender sua cidade.
O primeiro falou:
- Pela Pátria!, e saltou;
O segundo:
Pelo meu País!, e saltou;
O terceiro gritou:
Pela escada! e desceu.
Chegando lá embaixo disse: Eu não sou louco, eu sou Biruta!


Um cara passava perto do hospício e escutou uma baita gritaria:
- "OITO, OITO, OITO..." Foi aí que a curiosidade empurrou o cara até perto do muro. Catou umas caixas, subiu e olhou do outro lado. Nessa, um grupo de loucos jogou um balde cheio de bosta na cara do curioso, em seguida veio um coro:
- "NOVE, NOVE, NOVE..."


Um louco pro outro:
- O que você acha que eu tenho na mão? - mostrando as mãos fechadas, juntas.
- Um elefante - disse o outro.
- Ah, assim também não vale. Você viu o rabinho!


Um louco com uma lanterna acesa joga o facho de luz para o teto e desafia o outro:
- Você e capaz de subir pelo facho de luz?
- Eu por acaso sou louco? Você apaga a luz e eu caio.


E tem aquela do louco que morava no 20º andar de um edifício e tinha a mania de cuspir na janela e se jogar na cama, cuspir na janela e se jogar na cama. Mas uma certa hora ele se atrapalhou... Cuspiu na cama e se jogou pela janela


É Natal. No hospício os médicos resolvem testar alguns loucos para ver quais poderiam passar as festas com a família. Chamaram o primeiro louco e perguntaram:
- O que é uma coisa de couro que se usa nos pés para caminhar? O Louco pensou, pensou e perguntou:
- Tem cadarço?
- Tem...
- Então é sapato.
- Muito bem! - E o Louco foi aprovado. Quando saía, segredou para o outro louco que ia ser testado:
- Pergunta se tem cadarço. Se tiver, é sapato e você estará livre.
Os médicos perguntaram ao segundo louco.
- O que é uma coisa de lata, com quatro rodas e um motor e a gente usa para andar?
O segundo louco pensou, pensou e perguntou:
- Tem cadarço?
- Não ...
- Então é mocassim...


Alguns portugueses loucos resolveram fugir do hospício. Reuniram-se e resolveram que o plano deveria ser executado de forma precisa. Pulariam o muro e para isso necessitavam treino. Resolveram então pular o muro para fora e para dentro seis vêzes ao dia durante duas semanas. No dia exato da fuga, tiveram que suspendê-la. Um temporal na noite anterior derrubara o muro!


Um visitante de um hospital de doentes mentais, ao atravessar uma sala, reparou num doente que estava com o ouvido encostado numa parede, muito atento. Uma hora depois, ao passar pela mesma sala, o homem continuava na mesma posição. Aproximou-se dele e perguntou :
- O que há aí para escutar ?
O louco virou-se e disse :
- Encoste o ouvido e preste atenção .
O visitante assim o fez. Ficou de ouvido à escuta durante um minuto.
- Não ouço nada!
Aí, o louco, com ar intrigado explica:
- Pois é....faz umas cinco horas que eu estou aqui e também não consigo ouvir nada!


O prefeito está visitando o hospício da cidade. Chegando à biblioteca, percebe que tem um louco, de cabeca pra baixo, pendurado no teto. Preocupado, comenta com o diretor do hospício:
- O que é que esse louco está fazendo aí no teto?
- Ele pensa que é um lustre.
- Mas é muito perigoso, ele pode cair e se machucar. Porque vocês não o tiram do teto?
- Mas e à noite? Como é que a gente vai fazer para ler no escuro?


No hospício, o doido telefona pro corpo de bombeiros e avisa:
- Tá pegando fogo no hospício.
Rapidamente os bombeiros chegam ao local:
- Onde é o fogo?
E o doido:
- Vocês vieram tão rápido que ainda nem deu tempo de botar.


Acabaram de construir uma piscina no hospício e os loucos lá, todos alegres, brincando e pulando do trampolim. À noite, comentam com o médico:
- Foi muito bom, doutor. Amanhã vai ter mais?
- Amanhã vai ser até melhor. Vai ter água na piscina.


Um psiquiatra vai ao hospício e lá, encontrando o primeiro louco, pergunta:
- Qual o seu nome?
- Napoleão Bonaparte - responde o louco.
Então o médico pergunta:
- Quem lhe deu este nome?
- Deus! - Responde o louco.
No que o louco ao lado responde prontamente:
- Não fui eu não.


Era um manicômio onde o diretor resolveu construir uma nova ala com a ajuda dos próprios internos. Um deles pegou então o carrinho de mão e ficou indo buscar areia para misturar na massa de cimento, mas sempre com o carrinho de cabeça para baixo, impedindo que outros trabalhadores enchessem seu carrinho. Os coordenadores, já incomodados pelo fato, foram falar com o diretor, para que o mesmo conversasse com o maluco do carrinho, que assim o fez:
- Ô Antonio, deixa de ser burro, não está vendo que assim eles não conseguem encher seu carrinho com areia ?!!
E o maluco retrucou:
- Sr. Diretor, não está vendo que se eu desviro o carrinho eles enchem de areia e fica muito mais pesado pra empurrar?
Moral da história: "De doido todos nós temos um pouco, mas isto não significa que temos de ser burros também!"


Um cara estava dirigindo próximo a um hospício quando um pneu furou. Ele então estacionou o caro próximo ao muro do hospício e começou a trocar o pneu. Ao tirar o pneu furado acabou deixando cair num bueiro as 4 porcas da roda. P. da vida e sem saber o que fazer percebeu um louco o observando em cima do muro.
- O que aconteceu? - perguntou o louco
O cara então explicou o ocorrido e o louco deu a seguinte idéia.
- Porque você não tira uma porca de cada umas das outras três rodas e põe nesta que está faltando. Deste jeito, você fica com 4 rodas com 3 porcas cada, o que dá pra você pelo menos chegar num posto de gasolina e arrumar tudo !
- Pô meu (era paulista), mas como é que pode você ser louco e ter uma idéia tão boa assim?
- Bom, é que eu sou louco mas não sou burro!


Entre doidos (portugueses):
- O que é que estás a fazer?
- A escrever uma carta.
- À quem ?
- À mim mesmo.
- E o que é que estás a dizer na carta?
- Como é que queres que saiba se ainda não a recebi?


No hospício, o doido, sentado num banquinho, segura uma vara de pescar mergulhada num balde de água. O médico passa e pegunta:
- O que você está pescando?
- Otários, doutor.
- Já pegou algum?
- O senhor é o quinto!


    Numa cidadezinha do interior, um sujeito andava tranqüilo pela rua. De repente, ele viu uma galinha e começou desesperadamente a correr, apavorado, gritando socorro. Seus familiares estavam sem saber o que fazer, pois era uma coisa muito rara e absurda. Levaram o sujeito para um psiquiatra.
    - Diga-me, qual é o seu problema? (disse-me o medico)
    - Doutor, sou uma ervilha e se não me cuido posso ser devorado por uma galinha.
    - Ah, sim, é claro. Mas veja bem, o senhor tem duas mãos, não é verdade?
    - Sim, mas e daí?
    - O senhor já viu uma ervilha com braços?
    - Não...
    - Duas pernas, como essa que o senhor usa para fugir das galinhas?
    - Não... puxa, nunca pensei nisso...
    - Veja outra coisa, uma ervilha NUNCA estaria aqui falando comigo!
    - Puxa, doutor! O senhor mudou minha vida! Eu nunca tinha pensado nisso antes! Agora eu sei que não posso ser uma ervilha, é uma coisa absurda, impossível!
    E lá se foi nosso amigo, todo feliz com sua identidade redescoberta. Tranqüilo, andando pela rua, ele olha outra galinha e sai correndo apavorado de novo... Dessa vez um carro o atropela. Foi para o hospital todo arrebentado e entre as visitas médicas, naturalmente chamaram o psiquiatra:
    - Mas o que aconteceu? Você não me disse que agora SABE que não é uma ervilha?
    - Saber eu sei, mas o senhor acha que a galinha já está sabendo?